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domingo, 3 de agosto de 2008

Spielberg's List

Não. Não é este o nome do filme. Óbvio. Mas foi o que li [por engano] quando o estava a ver.



Mais um filme da Segunda Guerra Mundial, hein?

Contudo, este era o mais pesado e acho que foi o que mais retratou a violência bestial com que tratavam os judeus. Não que O Pianista não o tenha. Tem. E muito. E este também.



...........**sinopse**...........
Schindler é um gajo nazi todo pipi que adora festas e mulheres e assim. Decide abrir uma fabrica de panelas e tal, empregando judeus e não polacos (pois os judeus eram amis baratos), durante a segunda guerra. Ganha muito dinheiro.
Pronto.
Depois acontecem mais uma data de coisas sobre o terror nazi e tal... Começam-se a conhecer mais personagens (uma delas Amon, the bad --> ou então, não! O Voldemort versão nazi, I mean. [é o mesmo actor]). Este mata uma data de judeus, impeadosamente,a penas por existirem, por assim dizer. [ ou então por causa de uma galinha! Também matou um por causa de uma galinha! X)].
Bom, o Schindler, que entretanto emprega uma data de judeus na sua fabrica, salvando-lhes a vida, vai-lhe dar uns tau-taus! Ele chateou-se. Disse ao Amon mauzão que estava a fazer mal e que não podia matar pessoas só por existirem. E que perdoar era bom. E isso é que era poder, não matar desenfreadamente, para os judeus terem medo deles. Lincence to kill, I mean.
E o Amon, the bad percebeu. Pelo menos nas primeiras horas. Depois continuou.
"Matar gente é tão bonito, não é? Eu adoro, e vocês? O sangue a escorrer e tal!" disse ele. Ou então não.
No fim, Schindler empregou mais de 1100 judeus na sua fábrica. Ou seja; 1100 pessoas salvas. Depois entrou em pânico!; podia ter salvo mais uma pessoa se não tivesse desbaratado 5 zlotes no seu pinzinho nazi! Ou então mais dez pelo seu carro popó!
Anyway...
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*Amon the mauzão --> crónicas de um "Cerial" killer*
Bom, o Amon the bad gostava de uma criada judia. OooooooooooooooooOOOoooh! A compaixão, não é? Ou então não. Melhor! A ironia. Ele realmente gostava muito dela!; era o seu alvo preferido quando queria atirar vidros para cima de alguém! É claro que com os tiros não era ela! Mas o amor proferido em cada doce estalada que ele lhe dava era enternecedor.
Depois, Amon the bad boy decidiu que a Helen - era assim que se chamava a porca da judia - iria continuar a seu lado ao longo da sua pacifica vida! *:D* Não é "crido"? Fofiiii? Não, porque o Schindler, que é um mauzão, quis (e quando ele quer, pode e manda), comprou-a para a fábrica. Nhã-nhã-nhã-nhã-nhã! E o nazizinho quiduxo ficou a ver nazius! Ou então muito sangue. Escolham, mas é! ^^
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*O enternecedor passeio de Schindler*
Esta foi a parte mais quiduxah do filme. Adorei.
Schindler arranjou a sua nova e bela amante. Como prova do seu amor por ela, um belo passeio a cavalo num belo dia sob a cruz suástica seria certamente enternecedor. Os passarinhos cantavam! As cobras rastejavam! Os porcos grunhiam! Os judeus morriam! A paisagem caía!
E pronto. Trunga! Schindler e a sua nova e bela amante assistiram - enternecidos - ao grandioso dia da destruição do gueto de Cracóvia! *:D*
E assim decorreu a Lista de Schindler! E assim Spilberg o realizou! (ou não)

terça-feira, 3 de junho de 2008

Se assim foi a 2ª... a 3ª será o quê?

Estou a ler O Pianista.
Poderia dizer que é cool. Mas não. É atroz.

Para os que pensaram que não estou a gostar do livro... Sim é atroz. Atrósmente fixe.
Como já tinha dito quando falei do filme, nem acredito como é que aqueles cabrões (sim, porque não existe mesmo outra palavra que os descreva) dos almães conseguiam ser tão... tão... XG Aqui é que já não há palavra para descrevcer XG (mas, se encontrarem uma, é só dizer). De momento não me lembro de nenhuma atrocidade monstruosa que o Szpliman descreve no livro... Mas hei-de me lembras de uma qualquer!

Outros cabrões (mas estes são cabrões de merda) são os amercianos. Aquelas bomba atómica... Olha... Arrasou *voz de bicha do demónio*.

P.S.: se alguem ficar indignado com as palavras menos próprias que utilizei, podem reclamar... Mas fui sincera... Não encontrei outras...
P.P.S.: mas não digam aos mes pais se não... Levam ca moca ruuussa! XG XD

segunda-feira, 5 de maio de 2008

O que o homem faz ao homem

Este fim-de-semana vi finalmente o pianista (fiquei com curiosidade, só isso!). Posso dizer que gostei muito: está bem dirigido; os cenários; os actores, essas coisas todas.
Contudo (a meu ver), o filme é bem mais que isso: os horrores da 2ª grande (e estupida) guerra estão ali demonstrados duma maneira bastante fiel e crua (ou não --> novamente do meu ponto de vista).
O que mais me fascinou foi precisamente isto: o que o homem faz ao homem. Acho incrível, como o bicho homem consegue do melhor e do pior... Os dois opostos, as extremidades. Tal como consegue criar das coisas mais belas, não hesita ante as destruir; tal como faz organizações de caridade, não pensa duas vezes para matar por prazer. Enfim... E depois bárbaros eram os outros... "Bichos" e "animais" são aqueles que não têm casas nem cidades, e vivem no meio que o homem destrói (ou não). Bem, eu sei que o homo sapies sapiens não faz só coisas más: alias, até faz coisas muito boas. É só que... entre o que faz de bom e o que faz de mau... Penso que o mau tem mais pesar.
***
Em relação ao filme, já disse que gostei muito, o que achava dos actores do cenários, e de «essas coisas todas».
Quanto à história... Acho bastante bonita e o Szpilman deve ter tido uma força de vontade incrível (e sorte) para sobreviver aqueles 5 terríveis anos aos c****** dos alemães.

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