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sábado, 8 de novembro de 2008

Estado de Espirito

Doi-me a garganta.
Estou quase a vomitar os brônquios.
Tenho parte do pé desfeito.
São 2:02 da manhã.
Que mais poderia eu querer?


Possíveis respostas:
1--> Saber como a história da castanha vai acabar
2--> Gostaria que não falatasse tanto tempo para as seis...
3--> ...E de aproveitar estes momentos noctivagos! ^^

domingo, 10 de agosto de 2008

Assuntos Pendentes

Nunca tiveste a sensação de que deixaste uma coisa por fazer... Algo falhou. Na altura, que interessava isso? Mas agora, desejavas tanto tê-lo feito, ou dito... E tens vontade de preencher todos esses vazios que já foram cheios...

Algum momento que gostasses de reviver, alguma pessoa que gostasses de rever, um sensação que queres sentir outra vez; algo que fugiu, algo que não volta mais... Algo que na altura não importava, mas agora... agora gostavas de ter guardado esse momento, esse alguém, esse sentimento...

Alguma coisa que não devia ter acontecido; que poderias ter evitado...
Alguma coisa que poderias ter prolongado... Que poderias ter tecido e que deixaste fugir. Por entre os dedos. Pela pele escorregadia, esse momento, essa memória foi-se... Esconde-se agora no teu mais intimo consciente, no mais fundo de todos os sacos das lembranças, de tudo o que se passou até então. Recordas-te,vagamente... Mas desejarias lembrar-te vivamente de como foi, do que sentiste, do que se passou...

Talvez devesses tê-lo feito... talvez, se surgisse a oportunidade, devesses dizer o que ficou por dizer da ultima vez; devesses fazer o que não fizeste nesse dia, nesse momento...; talvez não tenhas oportunidade de remediar, de reparar, de melhorar, de alterar a situação... Talvez. Como se o mundo gira-se à volta de uma incerteza. Da incerteza. Da indecisão. Mas não. Gira em torno das decisões. Talvez na altura tivesses decidido que não valia a pena, que nunca precisarias, desa informação, dessa memória, dessa fotografia... E assim descobrimos que as decisões foram mal tomadas. Que falhámos. E arrependemo-nos disso, escondendo a vergonha atrás de novos pensamentos, de novos sentimentos, de outras fazes da vida...

"things change. sometimes it difficult to say goodbye but when we go to a place or see something that remeber us of that thing we loved so much before we went or it went. old memories sometimes hurts, lots of times makes us smile other thime we just want to forget that particular memory of our old life.but sometimes we just want to go back to our old life or be who or waht we were before, buts thhing in some particular moment have to change sometimes to better others to worst. but thats life...." encontrado no youtube.

It's raining men... Aleluia! \o7 aka Noites II

Não homens, mas sim estrelas. Ontem, depois de uma tarde [que, inesplicavelmente, inclui parte da noite --> mei noite as well] na maravilhosa (especialmente à uns anos --> prái dois) piscina dos vizinhos e de fazer outras coisas do género... Bom.
Estáva-mos sentados numa roda "à volta da fogueira"! Só que a fogueira eram tremoços, caracois, cervejas e vinho. O céu, lindo. Muito estrelado (como sempre, nesta zona sem a luz das cidade --> e sou obrigada a dizer que é muito mais bonito), vendo-se perfeitamente o braço da Via Láctea, as estrelas, pontinhos de luz intermitentes, que na verdade são bolas de fogo gigantes... E a Lua, no seu quarto crescente a meio do céu. Bem, estava tudo na PAIZ DO SINHÓ [especialmente os que estavam mais para cá do que para cá (mas lá ver se adivinham a razão! ^^)] quando alguém avista a primeira estrela cadente. E lá vem o meu pai com as suas histórias (das quais eu gosto muito, mas as quais eu provavelmente já sei de cor! ^^), desta vez sobre as duas estrelas cadentes que alguma vez vira, na praia; que deviam ser mesmo bem grandes! (parte da história inclui alemães que estavam na praia aos guinchos por causa das estrelas) Melhorámos ali o ambiente "à volta dos tremoços, dos caracóis, das cervejas e do vinho" e depois começou uma espécie de "caça à estrela", or something... Acho que vi 5 ali. Em minha casa vi mais duas. Aproxima-se uma chuva de estrelas e o céu estará lindíssimo nas próximas noites, cheira-me! *snif snif! Whatasmell?*

sábado, 9 de agosto de 2008

Noites


O Luar paira por cima da minha cabeça.
Mentalmente, apunha-lo cada pedaço de passado inutil e constrangedor. O sangue escorre. O rio de memórias estende-se.
Ando, caminhando pelo campo, acompanhada pelos animais nocturnos.
O rio é deixado para trás. Todas as más memórias foram mortas. O escuro abate-se sobre mim quando uma das muitas nuvens existentes no céu cobre a Lua.
A chuva que aí vem lava o sangue deixado no descampado, reflectindo a noite.
Enxarcada, continuo. Sigo o meu caminho para o destino desconhecido que se me depara. Não sei para onde vou. Nem de onde venho. Sei que vou. E que venho.

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autocolantes daqueles manhosos que saiem nos cereais

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Vida...
O que é a vida?
Coisa simples que nos faz ser?
Coisa embrenhada e escura que nos deixa morrer...

Emaranhado de ideias de gente,
do sol nascente ao poente,
no auge da felicidade ou sua carencia
interpretação da Mona Lisa,
viagem aos confins da antárctida...
O centro do mundo.
Raizes da terra.
(Chuva sem rumo ou destino
cavalo de circo empinado)
Sê e [não] deixa ser.