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sexta-feira, 27 de março de 2009

Who wants to Meet the robinsons? - Os Jonas Brothers, claro!

Ok, pronto. ACABOU! Estou farta que comparem os Jonas Brothers, que parecem três gajos acabadinhos de sair da barraca de maquilhagem de uma trupe de circo-ambulante rasca qualquer aos quatro fantásticos do rock que são os Beatles (e são os melhores, no século passado, neste e nos próximos).
Do género, topem-me estes gajos:

Tipo, qual deles o mais gay (proponho uma votação)

Agora, vejam os Beatles:

(o melhor para o fim)

Os Beatles tinham classe, poder musical e não pareciam quatro aráras andantes - além de que não eram feios como aqueles caniches de exposição.

A sério, qual é o tipo de pessoa que combina tecido brilhante prateado com camisa às riscas, ou camisola às riscas cinzentas e pretas e lencinho aos quadrados vermelhos e casaco preto com forro roxo, quem é? hum, quem é? - os Jonas Brothers, claro.
Aposto que nunca ouviram falar em cores que combinam nem nada.


Sabem o que eu li? Mais ou menos isto, mas por outras palavras: Só comparam os Jonas Brothers com os Beatles porque usam todos gravata.
Ah, pois outra... os Beatles não precisaram de um estúpido filme do Disney Channel para se tornarem famosos.
Além de que les eram bons, sabiam que eram bons, e não percisavam de estra sempre a dizer "Olha, meu, nós somos bons".

Só para não dizer a palavra 'BEATLEMANIA'...........!!!!!!!!!!!!!!!!!..............





Bom, nem acredito que dei importância a estas merdas, mas estou mesmo farta. Procuro no youtube e há gente nos comentários a dizer uma coisa qualquer sobre isto (pode ser a favor ou contra, mas já farta), ou vou ao google, e lá estão aqueles sorrisos colgate total a misturar bolinhas com risquinhas com losângulos, como se fossem vendedores de roupas ambulantes.
Por favor!
Já chega!
Será que já alguma vez as pessoas que acham os Jonas Brothers "o máximo" ouviram Beatles? pois, coisimerdas.
E é por isso que decidi (já há algum tempo) fazer uma nova linha de bandas desenhadas: os JONAS SISTERS!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Apreciem

Hoje estava no carro, liguei o rádio e, surpresa das surpresas, estava a tocar "Please don't stop the music" de Rihanna. E lembrei-me. E não é genial? ^^

***
22 Agosto 2008.

Estimado caderno-diário. Hoje levantei-me. Ao contrário de ontem, e de anteontem, porque aquela Sangue de Lama da Granger me enviou um postal com uma substância verde que eu tomei por chocolates e comi. Era bem bom! Mas era venenoso... Aquela rapariga não tem gostinho nenhum... Se é pra mandar chocolates aqui ao je, é dos que se aproveitem!
Não interessa. Hoje acordei e quando finalmente abri os olhos, espreguicei-me na minha confortável almofada de seda carmesim e afastei com os meus elegantes braços o docel da minha cama de pinho. Olhei para o lado e constatei que a minha mesinha de cabeceiro não tinha bolachas de chocolate. E constatei também que a criada Penutia Durlsey me dava os bons dias com um copo de leite (nem sequer tinha açucar!) na mão.

-Dursley! - gritei eu.

-Sim senhor. - mugiu ela.

Sim! Porque na terça-feira passada transformei-a numa vaca!

-Vá-me buscar bolachas Dursley.

-Sim Senhor. - mugiu ela.

-Dursley! - gritei eu.

-Sim Senhor. - mugiu ela.

-Não me refiro a ti, Dursley, mas ao Dursley.

Referia-me, claro está, a Dudley, aquele porco insolente.

-Dursley! Não me abriste os cortinados!

Dursley, todo inchado - dei-lhe a comer o resto do chocolate verde e saboroso que a Granjer me
enviou - abriu desageitadamente os cortinados.

-Dursley!

Desta vez chamava Vernon. Mas que diabo. Farto estava eu de chamar 'Dursley' prá aqui, 'Dursley' prá ali... Não poderiam eles ter nomes diferentes?

-Dursley, Dursley e Dursley! - chamei eu.

-Sim senhor - grunhiram eles (excepto a vaca).

-Durlsey - apontei para Dudley - passas-te a chamar Rihanna, em honra da minha cantora
preferida. Não é que te iguales a ela mas serves. Dursley - apontei para a vaca - a partir de agora chamar-te-ás hum... han... Bugs Bunny. A minha personagem preferida. Dursley - apontei para Vernon - chamar-te-ás "PLEASEdon'tSTOPtheMUSIC", a minha cantica preferida.

Apetecia-me cantar.

It's gettin late

I'm making my way over to my favorite place

I gotta get my body moving shake the stress away

I wasn't looking for nobody when you looked my way

Possible candidate (yeah)

Who knew

That you'd be up in here lookin like you do

You're makin' stayin' over here impossible

Baby I must say your aura is incredible

If you dont have to go don't

Do you know what you started

I just came here to party

But now we're rockin on the dancefloor

Acting naughty

Your hands around my waist

Just let the music play

We're hand in hand

Chest to chest

And now we're face to face

I wanna take you away

Lets escape into the music

DJ let it play

I just can't refuse...

Enquanto a minha voz esganiçada saía da minha garganta, saltei da cama para o chão, tirando o roupão branco e ostentando uma lingeri preta igual à da Mariah Carey no video clip do "Tuch my Body", que é a minha segunda cantora preferida e é a minha segunda cantica preferida. Fiz movimentos sexis, abanando o coxis, dando trejeitos à mãos e agitando o meu copo lentamente. Tudo isto em Slow Mocion, obviamente. Parei no "refuse", quando pus o roupão, agitei os meus cabelos e dirigi-me à casa-de-banho em paços leves.

Depois dicidi ir tomar banho. Tirei o roupão, pendurei-o e (ainda com a lingeri), enfiei-me dentro da banheira para tomar um banho de imersão com espuma cor-de-rosa borbulhante extra-leve e com pétalas de rosa vermelha, que é o símbolo do "amore". Enquanto isto, a empregada Tonks arranjáva-m'as unhas iguais aos do Voldemort quanto fazia de Amon, the bad. Pus os meus óculos PRADA e saí do banho (entratando a empregada Tonks já tinha saído do quarto-de-banho. Calcei os meu sapatos vermelhos flurescentes e pus um roupão - desta vez um dos Slyderin), a minha roupa de eleição, e saí da Maison no meu Lamborghini todo popó. Conduzi até ao Menistério da Magia, onde os Hard Potter (com o meu amigo Voldy e o meu melhor amigo Snape) íam ter um concerto. No caminho vi o Dumbledor e atropelei-o. Deu-me um gozo enorme e vez-me pensar que comecei bem o dia. No concertofiquei na fila da frente e senti os perdigotso fo voldi na minha cara. Estavam a cantar "the bloody song", o meu single preferido (os Hard Potter são a minha terceira escolha musical).

Foi uma manhã muito divertida.

Fui almoçar a uma pizzaria porque estava com uma destas laricas! e segui para as massages. Passei lá a tarde. Foi muito divertido!

Essa noite dicidi ir dormir a casa da Umbridge e fizemos a party mais divertida de sempre, encomendando muglles fresquinhos e matando-os e torturando-os desenfreadamente.

Depois, às 5 da manhã, fomos finalmente dormir. Sonhei com muglles a serem torturados e chacinados desenfreadamente e antes de adormecer o meu último pensamento foi que "vou começar a terceira guerra mundial! Vai ser a coisa mais bonita que fiz pela humanidade!" e depois fiz ó-ó.


Sonhos Côr-de-rosa,

H. Butter

sábado, 4 de outubro de 2008

O voo


E ela voa. Cada mais longe, a cidade emana o seu cheiro inagualável, cada vez mais indistinto. E afasta-se de tudo e de todos. Apenas para voar e estar com os seus pensamentos. Apenas para ser quem é, para não ser quem os outros acham que é. E voa mais alto que todos os outros. E percebe. Que é nem mais nem menos a essência. Do ser. Sem ninguém.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Assunto: absolutamente nenhum

沖繩という島も私たちのもので、対馬島も太宗以前に私たちが占有した。独島は言うまでもないが、沖繩と対馬島も早く取り返えさなければならない
Não. Eu também não sei o que raio é que isso quer dizer nem provavelmente (mais certamente) será esse o tema deste post.

Mas... qual será o tema deste post? Poderei falar das divergências da sociedade actual, do que se passa da Geórgia ou até mesmo (horror!) de George W. Bush. Acho que me decidi pelo terceiro. Acho que é um tema verdadeiramente saudável, interessante e educativo. Quanto ao escândalo que se passa actualmente na Geórgi não tenho nada a dizer e não me apetece falar das divergências da sociedade actual. Agora uma pessoa acabou de chamar "terrorista" ao meu pai. Não concordo. Terrorista devia ser eu! "Terrorista" lembra-me uma coisa: George W. Bush. Ah! Surpresa! Que tema tão verdadeiramente saudável, interessante e educativo! Acho que é esse tema que irei retratar neste post! Até porque "George W. Bush" é um tema!

Agora me lembro do que pretendia escrever no próximo post que iria publicar, ou seja, este! E é o tema: Madeleine.
E diz o leitor: "Madeleine?! Então este blog está cheio de temas interessantes, educativos e saudáveis!" Não. Isto será o que o leitor pensa. O leitor não é terrorista, machista, racista nem é o actual presidente dos Estados Unidos da América (os muitos presados usa [(des)complicado], como eu e a minha prima descobrimos), de modo a que mesmo que pense o que escrevi, dirá: "Madeleine?! Então este blog éuma grande m**** porque ousa falar da pobre menina inglesa que já está morta e enterrada!" Pois. Mas o que o leitor se está a esquecer (juntamente com Portugueses desde Maio do ano passado) é que Madeleine é um nome.
Sendo Madeleine um nome, mal nenhum faz a quem quer que seja que eu escreva um pequeno episódio em que a protagonista se chama "Madeleine". Pode ser que esse episodeo retrate uma menina inglesa que desaparece em Portugal. Mas essa menina poderá chamar-se Madeleine da Silva (se tiver ascendência portuguesa), ou Madeleine Radcliffe (se pertencer à presada família do actor do "Ru Poteri", como diz o meu irmão.
Então vamos lá a esse episódio!

Era uma vez uma menina chamada Madeleine Radcliffe da Silva W. Bush (aqui temos em conta a nacionalidade portuguesa dos seus antepassados, a familiaridade com Daniel Radcliffe e George e a forçosa relação que o leitor português submete entre o nome Madeline e a menina que desapareceu o verão passado em Portugal). Essa menina vivia (há três opções: Portugal, Inglaterra e os Estados Unidos da América) no Panamá. Exactamente. Vê-se que o leitor português e esperto ao ponto de não cair na minha rasteira medíocre.
Esta história conta como uma menina luso-ingleso-americana fugiu do seu país natal (o Zimbabwe) e passou a viver no Panamá.
Madeleine Radcliffe da Silva W. Bush nasceu no Zimbabwe a 23 de Janeiro de 1234. Aos 14 anos, a jovem Maddie é obrigada a emigrar para uma localidade perdida no meio do Uzbequistão (país que existe, é só procurar no mapa). Temos todo o gosto em anunciar que temos uma autobiografia autografada (edição dos 800 anos do nascimento de W. Bush) e que iremos acompanhar a vida desta jovem a partir deste excerto.

A vida que fui forçada a escolher
-por Madeleine W. Bush-
edição de 800 anos, autografada
(Introdução)
Nasci a 23 de Janeiro do ano de 1234. Filha de mãe Angolana e de pai Europeu, fui uma rapariga normal até ambos terem um desastre de burro, a Setembro de 1239. Tinha 5 anos e fiquei muito perturbada. principal motivo de tal peryurbaão foi ter de ir viver com a minha tia Leona para a Europa, na Holanda. a viagem era árdua e perigosa, mas cheguei sã e salva a Dezembro de 1242, prestes a completar 9 anos, se a minha memória não falha. Aí fui vendida como escrava. Durante cerca de 4 ano trabalhei nas cozinhas da Bélica até aos 14 anos decidir fugir para o oriente. Arranjei uma trouxa carente de 16 kilos de comida feita nas cozinhas em que fora forçada a trabalhar e fiz-me ao caminho. Quando passava na Polónia, já em 1252, com 18 anos, roubei um burro e cavalguei livremente em direcção à Ásia. Três anos depois cheguei ao Uzbequistão. Aí vivi mais cerca de 100 anos, onde trabalhei nas cozinhas de Tashkent, a capital. Em 1322 saturei-me desta vida e decidi correr mundo. Vi o passar dos séculos com os mesmos olhos azuis e com os mesmos cabelos loiros provenientes do Zimbabwe, pois pedi a juventude eterna aos 23 anos. A 23 de Janeiro de 1954, dia do meu aniversário, mudei-me para Portugal. Fui recebida de braços abertos e trabalhei nas cozinhas deste país (em eterna peregrinação) durante mais 10 rápidos anos. A 25 de Abril de 1974 algo de importante aconteceu. Mas depressa compreendi que com toda a experiência de vida que tenho, nada daquilo importava (achei a morte de Adolf Hitler muito mais interessante, ou até mesmo o assassinato da velhota que nos vendia fruta a 1236 do que este acto pouco sangrento). Vivi tranquilamente a minha vida até ir num dos nojentos aviões da TAP até aos Estados Unidos da América. Vi crescer a Brodway até me fartar e me retirar para o Panamá. onde vivo actualmente, no ano de 2008.



Com este post compreendi bastante sobre Geografia e arranjei uma nova personagem para uma sequela original: Madeleine Radcliffe da Silva W. Bush, a eterna jovem de 23 anos!

E é obio que eu não queria escrever "peryurbaão". Isso seria um grande erro ortográfico!

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

A minha primeira experiência de venda ilegal! 8D

Yay! Uma tarde bastante interessante, produto de uma ideia de há semanas, passada na Praça do 'Geraldo' com uma "feirinha" toda bazof!

Duas coisas:
1ª--> "Uat dôse 'venda ilegal' mine"? A nossa venda ilegal (adoro estes pequenos actos de rebeldia!) e clandestina 8D consistia em bujigangas home-made (colares, pulseiras e tralha que envolve missangas irritantes e que fazem barulho por todo o lado) e malas inutilizadas.
2ª--> A nossa - sim, porque esta actividade foi posta em prática com uma amiga - "feirinha" ilegal até correu bem (3 euros), de modo a que iremos repetir e quem se quiser envolver em actividades que envolvem trafico e ilegalidades, é só aparecer na maravilhosa praça mencionada no início do discurso, participando deste modo na nossa barraca-de-pegar-nas-pontas-e-fugir-no-caso-de-vir-algum-policia! ^^


**Sequela americana de Um Dia na Vida das Nossas Belas Heroínas**
As duas jovens voltam ao local das vendas. Mais um dia em actividades ilegais fará com que ganhem dinheiro suficiente para se sustentarem durante mais um ou dois dias.
O negócio corre bem: 5 euros em 3 horas.
Mas que vê uma delas ao fundo da praça? Han! "É um pássaro? É um avião? Não! É um policia armado!"
As duas jovens heroínas pegam na trouxa e com os seus movimentos alucinantes, fogem do agente da ex-PIDE. Ele é rápido, e domina a perseguição durante bastante tempo. Mas, no último milionésimo de segundo, as duas jovens saltam e, fazendo um mortal, entram numa loja pela montra. Enquanto elas o fazem em câmara lenta, temos um plano do agente da ex-PIDE uivando de agonia enquanto os estilhaços de vidros o atingem, caindo depois no chão em movimentos ainda mais lentos do que o salto em câmara lenta das duas heroínas, que fogem e escapam mais uma vez à injusta justiça. Sem um único arranhão nos seus corpos esbeltos, acenam à multidão de transeuntes que se junta, aplaudindo as raparigas que salvaram Évora do mais temível policia do país: ZÉ Manél, o agente da ex-PIDE.


































Modelo: catarina

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(Chuva sem rumo ou destino
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